quarta-feira, 19 de setembro de 2018

A FRAUDE CHAMADA ONU




                                                                                                      Pr. Flávio Neres




Logo após a Segunda Guerra Mundial boa parte das grandes nações estavam devastadas, milhões de pessoas haviam morrido. Só judeus, foram seis milhões que perderam suas vidas em campos de concentração nazistas. Era um tempo de incertezas e insegurança. O mundo estava dividido entre capitalistas e socialistas liderados respectivamente por Estados Unidos e União Soviética.

Foi neste ambiente que, entre os dias 25 de abril e 26 de junho de 1945, na cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, representantes de cinquenta países redigiram e assinaram a Carta das Nações Unidas. O documento passou a existir oficialmente no dia 24 de outubro de 1945.

finalidade principal para a qual a ONU foi criada foi para manter a paz e a segurança internacional, bem como desenvolver a cooperação entre os povos. Ao longo dos anos a sua atuação foi sendo ampliada e hoje a ONU foi criando órgãos para solucionar os problemas sociais, humanitários, culturais e econômicos, promovendo o respeito às liberdades fundamentais e aos direitos humanos.

Os principais órgãos da ONU hoje são: Conselho de segurança, Assembleia Geral, Secretariado, Conselho Econômico e Social e a Corte Internacional de Justiça. Também coordena agências especializadas, como: Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura); Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância); OIT (Organização Internacional do Trabalho);  FMI (Fundo Monetário Internacional); Cepal (Comissão Econômica para a América Latina); FAO (Organização para Alimentação e Agricultura); OMS (Organização Mundial da Saúde).

Os objetivos parecem muito bons e a organização parece realmente querer ajudar a humanidade, mas, na realidade, não é bem isso que acontece. Tirei algumas informações interessantíssimas do vídeo “A verdade sobre a ONU” apresentado por Danny Ayalon, que passo apresentar agora.

A princípio, as intenções com a criação da ONU eram boas, mas, ao longo dos anos, nações novas foram se tornando membros. No entanto, somente algumas eram democracias, e os direitos humanos e a igualdade foram deixados de lado. Os interesses políticos foram sobressaindo e prevalecendo. É o caso de Israel, a única nação verdadeiramente democrática naquela região e que tem uma imprensa livre e que sistematicamente vem sendo censurada e isolada pelos estados-membros que são Árabes e islâmicos e também ameaçam os aliados de Israel com embargos.

Também os membros árabes e mulçumanos, juntamente com países “não aliados” do terceiro mundo, uniram-se num poderoso bloco de votação formando uma maioria tendo como o objetivo principal de prejudicar os Estados Unidos e deslegitimar Israel. Esse mesmo bloco impede ações com regimes opressores, uma vez que a sua grande maioria é de regimes opressores. É por isso que vemos ações que se tornam até mesmo irônicas. É o caso de vermos países como o Irã (um regime opressor que desenvolve armas nucleares e viola acordos internacionais) ser nomeado como membro do acordo de desarmamento da ONU.

Como também o caso da Comissão de direitos Humanos da ONU que, por anos, foi dirigida por países opressores e não democráticos e que teve o seu auge em 2003 quando foi presidida pelo ditador da Líbia, Muamar Kadafi. Podemos ver que a ONU hoje vive uma grande hipocrisia.

É essa organização que tem dado as cartas no mundo hoje e interferido em países-membros, em especial os emergentes como o Brasil. Interfere em várias áreas inclusive na educação. é por isso que hoje vemos o ensinamento da ideologia de gênero nas escolas com tanta frequência, e ainda pode piorar, pois faz parte do plano da ONU em andamento neste momento a agenda 2030, que nada mais é que a usurpação da soberania de todas as nações do planeta por um governo global.

O certo é que a ONU já não mais desenvolve o papel para o qual foi criada. O objetivo maior era manter a paz entre as nações. Hoje serve para respaldar a atuação de nações opressoras e para a implementação de um plano de domínio global por parte dos poderosos, o qual interfere diretamente na soberania das nações e mexe diretamente com o cidadão comum e sua família.



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