A família brasileira tem sentido sobre ela a mão
pesada da pós-modernidade. De forma geral, a família se tornou o alvo
prioritário das ideias progressistas e das agendas globalistas que estão em
pleno vigor na atualidade. Sem nenhum pudor, há um verdadeiro desrespeito e um
declarada afronta aos padrões morais e conservadores que têm como suas raízes o temor a
Deus.
No Brasil de hoje, posso enumerar quatro das
principais forças que estão orquestradas neste sórdido plano de desconstruir os
valores morais da família e extingui-los de seus moldes tradicionais.
Em primeiro lugar, nós temos a mídia de forma
geral, mas em especial a mídia televisiva que é encabeçada pela Rede Globo, que
há tempos vem empurrando de goela do povo abaixo tudo aquilo que depõe contra
os valores familiares. A Globo tem cumprido uma agenda de divulgação da causa
homossexual e assim tem influenciado uma geração de jovens, principalmente em
suas telenovelas. Essas novelas ensinam tudo o que é imoral, como prostituição,
adultério, rebeldia de jovens, liberação das drogas e ainda exerce uma fiscalização
rígida contra aqueles que não se encaixam no seu padrão de “politicamente
correto”.
Em segundo lugar, nós temo o Supremo Tribunal
Federal, que tem usurpado a sua competência em jugar os preceitos
constitucionais e tem legislado de forma desavergonhada contra a família, já
que a grande maioria dessa corte é formada de juízes sabidamente de
posicionamento político de esquerda. Foram eles quem legislaram, por exemplo,
aprovando o “casamento” na relação homo afetiva, legislando contra a
Constituição que eles deveriam defender, a união de homem com homem e mulher
com mulher num descabido relativismo moral. Foram eles que, numa decisão
esdrúxula agora em março deste ano, aprovaram transexuais a ocuparem vagas na
cota partidária destinada a mulheres. Foram eles quem decidiram que transexuais
e transgêneros a mudarem o registro civil sem a necessidade de cirurgia.
Essas e outras causas de agenda progressista tem
alcançado vitórias dentro do Supremo Tribunal Federal, embora sejam leis que
deveriam ser criadas pelo Congresso Nacional e não pela suprema corte. Mais há
um afã de se fazer leis que venham cumprir uma agenda progressista que vai
contra os princípios morais e confronta a família conservadora tradicional.
O terceiro órgão que tem se apresentado como um
verdadeiro inimigo da família é o Ministério da Educação. Nos treze anos de
governo petista, esse órgão foi completamente aparelhado para implantar e
defender uma ideologia esquerdista e diabólica que combate contra a família
brasileira. Começaram sua doutrinação
contra nossas crianças e consequentemente contra a família quando distribuíram
o chamado Kit Gay nas escolas públicas, tudo com o propósito de induzir nossas
crianças à prática homossexual.
As universidades públicas já estão dominadas com
essa ideologia e as escolas públicas são inundadas por materiais com ensinos
sobre homossexualismo em que uma porção de professores doutrinados serve como
papagaios, transmitindo aquilo que colocaram em suas cabeças sem o mínimo de
esforço para raciocinar o que estão fazendo com a educação brasileira, e isso
tudo com o nosso suado dinheiro.
E, por último, o Congresso Nacional que vem criando
tantos projetos de lei contra os princípios da família tradicional e que busca
também criminalizar aqueles que se posicionam a favor da família tradicional e
criticando esses arranjos familiares que estão sendo criados, sufocando a
liberdade de expressão que a Constituição Federal garante.
Embora o presente tempo seja mau, não podemos
desistir de lutar em prol do projeto primordial de Deus e seus princípios. A
família foi e sempre será a célula da sociedade. Se a família for saudável, a
sociedade será saudável. Se ela está enferma, toda a sociedade estará enferma.
Isso, por si só justifica porque temos vivido dias tão ruins em sociedade.

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