Pastor Flávio Neres
O Brasil está numa
grave crise que foi criada e aprofundada nos últimos treze anos de governo
esquerdista do PT juntamente com seus apoiadores PSOL, PCdo B, PDT entre
outros, em que não só as bases econômicas foram afetadas, mas acima de tudo
nossa base moral e ética, que foi e está em um processo de desconstrução. Nos
últimos treze anos houve ainda uma profunda divisão em nossa sociedade, com
este viés comunista da esquerda, dividindo a sociedade em grupos, colocando
ricos contra pobres, branco contra negros, sulistas contra nordestinos, heteros
contra homossexuais e por aí vai, sem falar no intenso combate aos valores
tradicionais das famílias conservadoras de nosso povo.
Entre
todos os problemas por que passa o Brasil atualmente, o mais grave é a falta de
homens e mulheres de moral, de vida ilibada e ética. Lembrando que a Moral, é o conjunto de normas que regulam o
comportamento dos homens em Sociedade. E a Ética é a forma pela qual o homem
deve se comportar no meio social, ou seja, não temos mais respeito às normas e
nem comportamentos que respeitem os outros em nossa sociedade atual. É cada um
por si. Há uma carência destas pessoas morais e éticas na liderança de
nosso país. Em sua grande maioria os que estão em cargos políticos estão
envolvidos com corrupção e desmando do erário público, demonstrando tanta falta
de moral quanto ausência de ética. A carência de homens e mulheres com esses
valores tem deixado também nosso país vulnerável aos desmandos dessas
ideologias diabólicas, em especial a ideologia comunista que traz em seu bojo
diversas desgraças.
Quando
olho para o passado e vejo a postura de homens que se posicionaram com coragem
em favor da pátria, dos interesses da nação, pensando na coletividade e no bem
do Brasil, percebo o quanto estamos distantes disso, mas, renovamos nossa
esperança do surgimento de novas lideranças que possam desenvolver este papel
em defesa de nossa pátria. Por menos do que estamos passando hoje, houve uma
reação de homens valorosos e de nossas queridas Forças Armadas em defesa da
soberania nacional.
Vemos
com tristeza hoje as escolas, Universidades, imprensa, Justiça e muitos outros setores
de nossa sociedade dominados pelos pensamentos comunistas e Gramscianos. É
necessária uma reação com urgência! É necessário um detox, fazer uma limpeza do
lixo deixado nestes treze anos de doutrinamento comunista.
Olho
para nosso passado recente e vejo como exemplo a postura de rejeição ao
comunismo feito pelos militares quando emitiram o Manifesto à Nação, não
aceitando o comunista João Goulart assumir o poder e introduzir suas ideias
socialistas em nossa nação, vejamos:
Manifesto à Nação:
“No cumprimento de seu dever
constitucional de responsáveis pela manutenção da ordem, da lei e das próprias
instituições democráticas, as Forças Armadas do Brasil, através da palavra
autorizada dos seus ministros, manifestam a Sua Excelência, o Sr. Presidente da
República, como já foi amplamente divulgado, a absoluta inconveniência, na
atual situação, do regresso ao País do Vice-Presidente, Sr. João Goulart.
Numa
inequívoca demonstração de pleno acatamento dos poderes constitucionais,
aguardaram elas, ante toda uma trama de acusações falsas e distorções
propositadas, sempre em silêncio, o pronunciamento solicitado ao Congresso
Nacional. Decorridos vários dias, e como sintam o desejo de maiores
esclarecimentos por parte da opinião pública, a que inimigos do regime e da
ordem buscam desorientar, vêem-se constrangidas agora, com a aquiescência do
Sr. Presidente da República, a vir ressaltar, de público, algumas das muitas
razões em que fundamentaram aquele juízo.
Já ao tempo
em que exercera o cargo de Ministro do Trabalho, o Sr. João Goulart
demonstrara, bem às claras, suas tendências ideológicas incentivando e mesmo
promovendo agitações sucessivas e freqüentes nos meios sindicais, com objetivos
evidentemente políticos e em prejuízo mesmo dos reais interesses de nossas
classes trabalhadoras. E não menos verdadeira foi a ampla infiltração que, por
essa época, se processou no organismo daquele Ministério, até em pontos-chave
de sua administração, bem como nas organizações sindicais, de ativos e
conhecidos agentes do comunismo internacional, além de incontáveis elementos
esquerdistas.
No cargo de
Vice-Presidente, sabido é que usou sempre de sua influência em animar e apoiar,
mesmo ostensivamente, movimentações grevistas promovidas por conhecidos
agitadores. E ainda há pouco, como representante oficial, em viagem à URSS e à
China comunista, tornou clara e patente sua incontida admiração ao regime
desses países, exaltando o êxito das comunas populares.
Ora, no
quadro de grave tensão internacional, em que vive dramaticamente o mundo dos
nossos dias, com a comprovada intervenção do comunismo internacional na vida
das nações democráticas e, sobretudo, nas mais fracas, avultam, à luz meridiana,
os tremendos perigos a que se acha exposto o Brasil. País em busca de uma
rápida recuperação econômica, que está exigindo enormes sacrifícios,
principalmente das classes mais pobres e humildes, em marcha penosa e árdua
para estágio superior de desenvolvimento econômico-social, com tantos e tão
urgentes problemas para recuperação, até, de seculares e crescentes injustiças
sociais nas cidades e nos campos, não pode nunca o Brasil enfrentar a dura
quadra que estamos atravessando, se apoio, proteção e estímulo estiverem a ser
dados aos agentes da desordem, da desunião e da anarquia.
Estão as
Forças Armadas profundamente convictas de que, a ser assim, teremos
desencadeado no País um período inquietador de agitações sobre agitações, de
tumultos e mesmo choques sangrentos nas cidades e nos campos, de subversão
armada, enfim, através da qual acabarão ruindo as próprias instituições
democráticas e, com elas, a justiça, a liberdade, a paz social, todos os mais
altos padrões de nossa cultura cristã.
Na presidência
da República, em regime que atribui ampla autoridade de poder pessoal ao Chefe
da Nação, o Sr. João Goulart constituir-se-á, sem dúvida, no mais evidente
incentivo a todos aqueles que desejam ver o País mergulhado no caos, na
anarquia, na luta civil. As próprias Forças Armadas, infiltradas e
domesticadas, transformar-se-iam, como tem acontecido noutros países, em
simples milícias comunistas.
Arrostamos,
pois, o vendaval, já esperado, das intrigas e das acusações mais despudoradas,
para dizer a verdade tal como é, ao Congresso dos representantes do povo e,
agora, ao próprio povo brasileiro.
As Forças
Armadas estão certas da compreensão do povo cristão, ordeiro e patriota do
Brasil. E permanecem, serenas e decididas, na manutenção da ordem pública”.
Rio
de Janeiro, GB, 30 de agosto de 1961.
Vice-Almirante Sílvio Heck, Ministro da
Marinha
Marechal Odílio Denys, Ministro da
Guerra
Brigadeiro-do-Ar Gabriel Grum Moss, Ministro
da Aeronáutica.
O Manifesto é bem claro quanto ao real
interesse dos militares: Guardar a ordem e os valores de nossa nação.
Poucos dias depois dos militares haverem
assumido o poder em 1964, livrando o Brasil do comunismo, que percistia em se
instalar em nossa nação, o então Governador de São Paulo Adhemar de Barros deu
uma forte declaração em uma entrevista exclusiva à Revista “O Cruzeiro”,
dizendo que daria combate sem trégua aos comunistas, caçando-os onde estiverem,
em qualquer ponto do território nacional. “Visivelmente
eufórico, apesar do cansaço de muitas horas sem dormir, o Sr. Adhemar de Barros
começou dizendo que o movimento revolucionário por ele comandado em São Paulo
começou na noite de 31 de março, “para valer”. – Quando vocês todos estavam
dormindo, sonhando com a liberdade, nós já mandávamos os primeiros comunistas
para a Casa de Detenção. E frisou: – Mas à velha Casa de Detenção, pois não têm
mais direito nem à cadeia nova. “A Polícia de São Paulo” – continuou – “agiu
com absoluta segurança, colaborando com o General Amaury Kruel, que desde o
início estava integrado no nosso esquema de libertação nacional. Naquela
altura, eu e mais seis governadores de Estado (Minas, Rio Grande do Sul, Santa
Catarina, Guanabara, Mato Grosso e Paraná) já tínhamos pronto o decreto de
beligerância que iria instaurar o primeiro governo brasileiro. Eu próprio
redigi o manifesto que ainda se encontra em meu poder. Queria com isso
comunicar ao Mundo que no Brasil ainda havia líderes realmente democratas que
não toleram o jogo vermelho. “O Brasil retornará agora à sua política
internacional de apoio incondicional ao Ocidente. À sua política de livre
iniciativa. Abandonamos o tripé instalado pelo Goulart. Tripé apoiado em órgãos
espúrios como CGT, UNE, PAC, PUA e outros. No governo dele mandavam os pelegos,
os estudantes vermelhos, os camponeses doutrinados e os escravos de Moscou. “Agora, caçaremos os comunistas por
todos os lados do País. Mandaremos mais de 2 000 agentes comunistas – numa
verdadeira Arca de Noé – para uma viagem de turismo à Rússia. Mas uma viagem que
não terá volta. Que falem em democracia, agora, na Rússia”.
“Não
deporemos armas enquanto não expulsarmos toda a canalhada vermelha. Caçaremos
os mandatos de todos os parlamentares, governadores e prefeitos comunistas. Não
mais permitiremos a infiltração no nosso meio, pois não podemos nos reerguer
enquanto tivermos comunistas em nossos alicerces. Não aceito acordo de espécie alguma com comunistas. “Eles jamais
quiseram reforma de base. O que eles queriam era fazer delas escudo para a
reforma da Constituição. Mas nós não o permitimos. Agora terminou tudo. O
Presidente Mazzilli vai revogar todos os decretos espúrios (SUPRA, aluguéis,
encampações etc.). A SUPRA é uma entidade comunista. “Nós começamos em 60 muito
mal (refere-se a Jânio) mas, graças à Virgem Maria, dois jotas nós já
conseguimos derrotar. Agora só falta o terceiro (JK), que sempre foi o
principal conselheiro de Jango. Quando este procurava o caminho democrático,
ele colocava lenha na fogueira. Os três jotas estavam unidos para derrotar a
Democracia. “Voltamos ao poder para pacificar. Não quero nada. Apenas a
democracia autêntica, sem receber ordens de Moscou. “Vamos começar
imediatamente o expurgo dos comunistas. Darcy Ribeiro, Jurema, Valdir Pires,
Ryff, Pinheiro Neto, Eloy Dutra e outros canalhas. ” Finalizando disse: “Goulart bolchevizou a família
brasileira. Mandou mais de 11 mil estudantes paulistas fazerem cursos
comunistas na Rússia. Agora, vou mandar os comunistas falar em liberdade em
Moscou”.
Os que
foram expulsos do Brasil neste período foram os mesmos que voltaram com a Lei
da Anistia promulgada na década de 70. São os mesmos que foram para as redações
de jornais, para as universidades e ocuparam cargos públicos tanto no
Legislativo e no Executivo e são os mesmo que levaram o Brasil para a situação
em que se encontra hoje e lutam para voltar ao poder. São esses os grandes
responsáveis pelo que hoje o Brasil está vivendo. São esses os que afundaram o
Brasil neste buraco ideológico. O comunismo acabou com muitos países, basta olhar
para a Venezuela atualmente.
Assim
quanto no passado, está na hora dos homens de bem, se levantarem em favor do
Brasil e contra estes calhordas e suas ideologias. Está na hora do Brasil
passar por um novo Detox, e limpar definitivamente nossa nação desses parasitas.

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