sexta-feira, 25 de agosto de 2017

HOMOFOBIA OU CRISTOLOGIA?



                                                                                                              Pastor Flávio Neres




O apóstolo Paulo, instruindo o jovem pastor Timóteo, faz um perfil do homem dos últimos dias, e diz que: “seriam amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus” (2Tm 3:1-4).
A Bíblia, mais uma vez, está certa. Temos visto o seu cumprimento nestes últimos dias. O homem a cada dia tem buscado centrar todas as coisas em si mesmo e nos prazeres carnais, deixando Deus de fora de sua vida e de seus planos. Assim como no jardim do Éden, o homem pecou em busca de satisfazer seus desejos em detrimento da vontade de Deus. Isso continua acontecendo em nossos dias.  A Bíblia é a regra de fé de todo cristão autêntico, e seus princípios para o verdadeiro cristão são inquestionáveis e inegociáveis, pois a Bíblia revela a vontade de Deus para o homem. Sendo assim, podemos ver claramente o que é e o que não é a vontade de Deus, pelas sagradas escrituras.
Embora muitos erroneamente defendam o relacionamento entre duas pessoas do mesmo sexo, sabemos, pela Bíblia, que essa não é a vontade de Deus, É verdade também que o cristão que não concorda com esta prática nos dias de hoje está sendo taxado erroneamente de homofóbico. Se buscarmos no dicionário a palavra homofobia quer dizer aquele que tem fobia (medo, terror, aversão) ao seu semelhante, e como pastor evangélico e pai de família posso afirmar que não é esse sentimento que se tem nas famílias cristãs de nosso país, não há esse sentimento em relação aos que fazem a opção pela vida homossexual. Na realidade, o que não concordamos é com a prática do homossexualismo, pois o homossexualismo é uma distorção do que Deus criou. Tanto no antigo como no novo testamento, essa prática é classificada como abominação, paixão infame e perversão moral conforme (Lv18: 22; Rm 1:26,27 e 1Co 6:9-10). A Bíblia ensina que este é um erro do qual o homem precisa corrigir.
 Neste momento, há diversos projetos no Congresso Nacional que batem de frente com a palavra de Deus. Projetos que propõem que deixemos de anunciar o que nela está escrito, que não se pregue contra a prática do homossexualismo, ou seja, querem calar a voz de Deus. Na realidade, esses projetos são, ainda que inconscientemente projetos de lei que expressam a “teofobia”, ou seja, medo de Deus, medo de suas verdades, medo de sua justiça e do futuro que Deus reserva para aqueles que vivem nessa prática, pois este ato é uma rebelião consciente contra aquilo que Deus estabeleceu no princípio da criação “Criou Deus, pois, o homem a sua imagem, a imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1:27). A Bíblia não mostra uma terceira alternativa para o sexo, e por isso querem silenciá-la.
Alguns afirmam que a homossexualidade é de origem genética, ou seja, as pessoas já nasceriam homossexuais, mas nenhum estudo cientifico jamais conseguiu provar isso, pois na cadeia genética do ser humano só existe cromossomos que determinam o sexo masculino e cromossomos que determinam o sexo feminino, admitir a possibilidade de um cromossomo homossexual é um absurdo, um delírio.
Há projetos que prevêem ainda a livre expressão da afetividade homossexual em lugares públicos ou privados aberto ao público, criando assim um privilégio a um pequeno grupo em detrimento da grande maioria da sociedade constituída de cristãos que defendem o direito natural e os valores morais e éticos estabelecidos, bem como a defesa da célula da sociedade, que é a família tradicional, formada por um homem e uma mulher e sua prole.
Essa instituição criada por Deus vem pouco a pouco sendo atingida pela degradação moral e a total inversão dos valores. Quando vejo a inversão dos valores que se estabelece em nossa sociedade hoje, logo me vem a mente o que o profeta Isaías disse: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal! Que fazem da escuridade luz, e da luz, escuridade, e fazem do amargo doce e do doce amargo! Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos e prudentes diante de si mesmos! Ai dos que justificam ao ímpio por presentes e ao justo negam justiça! Pelo que como língua de fogo consome a estopa, e a palha se desfaz pela chama, assim será a sua raiz, como podridão, e a sua flor se envelhecerá como pó; porquanto rejeitaram a lei do Senhor dos exércitos e desprezaram a palavra do santo de Israel. (Is 5:20-21 e 23-24). Que Deus tenha misericórdia de nossa sociedade e que dê sabedoria aos políticos para criarem leis que estejam dentro da vontade soberana de Deus. Que possamos deixar de Cristofobia e aceitarmos a vontade soberana de Deus para a humanidade. 

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

A DISCIPLINA DE HISTÓRIA NA FORMAÇÃO DO CIDADÃO



                                                                                                                    Pastor Flávio Neres






Ao longo dos tempos, percebemos uma constante mudança da forma de disseminação dos conhecimentos históricos. Há uma constante mudança nas determinações curriculares e do conteúdo a ser trabalhado em sala de aula, como podemos ver resumidamente a seguir.
Já em meados do século XIX que, sob influência dos pensamentos Liberais e Iluministas, houve uma valorização na área de humanidades destacando-se aqui as disciplinas de história e geografia que tiveram um papel de suma importância, à princípio, na instrução de jovens e crianças e na formação de uma identidade que afirma o sentimento de pertencimento a uma nação e seu espaço.
No Brasil, este intuito na formação de um espirito patriótico, a disciplina de história também teve um relevante papel na construção de uma memória histórico escolar.  Primeiro com as lições da guerra holandesa na formação dos mandatários de nossa nação e, posteriormente, com a inconfidência mineira na formação dos cidadãos brasileiros.
Somente quando estudamos a Escola de Annales, percebemos a grande guinada na finalidade do ensino de história, que se dava até então com a divulgação de uma biografia da nação como pedagogia na formação do cidadão. A proposta dessa escola se dava em abandonar a história guiada por fatos eminentemente políticos, e que assim se ampliasse a visão, passando a abordar aspectos econômicos, políticos, sociais, culturais, religiosos, etc.
Especificamente no Brasil, houve mudanças mais significativas depois da ditadura militar que terminou em 1985, mudanças essas ocorridas em respostas ás pressões exercidas pelo movimento de docentes de história, ampliando os temas abordados em sala de aula, sendo introduzido novos temas como o da história dos indígenas, dos afrodescendentes, da história da mulher e da criança.
Com a promulgação da Constituição de 1988, temos um avanço significativo na educação em todos os sentidos, que agora vem respaldada com garantias e direitos individuais e sociais. Podemos ver nesta carta a forte influência do Liberalismo Social. E esta mudança se reflete nos livros didáticos e nos programas de ensino de história em todo o Brasil, fazendo assim a introdução de novos temas que até então eram ausentes das aulas de história. Isso enriqueceu a formação/construção da cidadania e melhorou significantemente a qualidade do pensar historicamente dos alunos.
Embora tenhamos avançado tanto, todas essas conquistas foram em parte mal utilizadas nos últimos treze anos de governo do PT no Brasil, pois percebemos também que neste período foi introduzida uma carga ideológica, que trouxe também um grande mal para a nossa geração.
Vemos que os métodos e currículos têm mudado ao longo dos tempos e que o professor de história tem um papel fundamental na formação de novas gerações, na construção de jovens e crianças para o exercício de cidadania. Por isso, hoje o professor deve ter em mente que a compreensão dos métodos de ensino e os materiais usados são importantes, mas, acima de tudo deve ter a consciência do papel a desempenhar na busca dos mais elevados interesses sociais.





sexta-feira, 4 de agosto de 2017

FATOS HISTÓRICOS QUE COMPROVAM A RESSURREIÇÃO DE JESUS



                                                                                         Pastor Flávio Neres

O Jesus histórico e sua ressurreição têm sido debatidos ao longo dos séculos. Diversos historiadores têm levantado os mais diversos argumentos para negar tal fato, mesmo teólogos como Rudolf Bultmann criaram teorias que tentam explicar o milagre da ressureição.
Bultmann era de dentro do núcleo pensante da chamada teologia liberal, mesmo tendo rompido com esta corrente teológica e juntando-se a um novo grupo de teólogos neo-ortodoxos ou dialéticos, como Karl BarthEmil Brunner e Paul Tillich, Podemos dizer que ele continuou como um elemento à esquerda dentro deste grupo.
Seu pensamento com relação à ressureição de Jesus é de que, embora fosse legitimo e inteligível no contexto do século I, não podia ser levado a sério nos dias atuais. Ele cria que a ressureição de Jesus não passava de um mito, e que a ressureição de Jesus se passara na experiência subjetiva dos discípulos, e não algo que acontecera verdadeiramente na história. Para Bultmann, Jesus havia de fato ressuscitado, no entanto, no âmbito do querigma (mensagem).
Ele dizia: “A Verdadeira fé pascal é a fé na palavra da pregação que ilumina. Se o evento do dia da Páscoa é, em algum sentido, um evento histórico adicional ao evento da cruz, ele não passa do surgimento da fé no Senhor ressurreto, uma vez que foi esta fé que levou à pregação apostólica. A ressurreição em si não é um fato histórico. Tudo o que a crítica histórica pode estabelecer é que os primeiros discípulos vieram a crer na ressurreição”.
Embora muitos historiadores e até mesmo teólogos como Bultmann não conseguem compreender nem explicar satisfatoriamente a ressurreição de Jesus, no entanto há alguns fatos históricos que comprovam a ressurreição de Jesus.
Desde o princípio, logo após os primeiros comentários da ressurreição de Jesus, que as autoridades religiosas e seculares buscaram acabar com a “nova seita” de Cristãos que pregavam essa mensagem da ressurreição. O melhor que eles puderam inventar foi tornar público o boato de que os discípulos haviam roubado o corpo de Jesus e o enterrado secretamente. Era esta a reação dos Judeus no Capitulo 28 de Mateus ao ouvirem os discípulos anunciando a ressurreição de Jesus. Não negavam este fato, mas acusaram os discípulos de terem roubado o corpo de Jesus. A reação dos Judeus farisaicos era por si só uma tentativa de explicar porque o corpo de Jesus não estava ali.
As autoridades Judaicas enredaram-se nesta série desesperada de absurdos tentando explicar o tumulo vazio. Isto é fantástico porque não vem dos primeiros Cristãos, mas de seus inimigos, eles mesmos atestam o fato de que o corpo havia desaparecido.
Mas, devemos lembrar o fato de que todos os discípulos estavam acovardados e escondidos, todos haviam fugido e quem naquele momento teria tamanha audácia e se atreveria a quebrar o selo romano e violar o tumulo arriscando-se a uma sentença de morte? E por que os discípulos não foram presos pelo crime que supostamente haviam cometido? E os soldados que vigiavam o corpo? Nem sequer foram disciplinados, para uma falha que para os padrões da época os levariam a uma pena de morte? Isso tudo é de se estranhar muito. A única coisa que os líderes religiosos e seculares puderam comprovar com todo esse ocorrido e suas ações é o fato de que realmente havia um túmulo vazio.
Mas, o primeiro fato histórico que verdadeiramente comprova a ressurreição de Jesus é o fato desse túmulo que agora estava vazio ter sido doado por José de Arimatéia. Jesus foi sepultado por um membro do odiado sinédrio. Foi um enterro sério, de alguém que não participava pelo menos diretamente da “nova seita”, todos os seus discípulos abandonaram Jesus e fugiram, e também não foi enterrado por seus familiares. Não poderia ter havido uma orquestração, um planejamento para roubar o corpo de Jesus e relatar uma falsa ressurreição, até mesmo porque os discípulos não estavam com capacidade psicológica de “inventar” tal estória. Todos fugiram quando viram Jesus preso e posteriormente morto de acordo com o texto de (Mt 26:31). A própria atitude dos discípulos comprova que eles ficaram desorientados após a morte do mestre: Pedro renegou o Senhor (Mt 26:33-35) e Tomé duvidou de tal acontecimento (Jo 20:24-29). Devemos levar em conta também que deveria ser muito difícil se criar tal estória para eles já que o conceito de um Deus morto e ressuscitado na carne humana era totalmente alheio à mentalidade dos judeus, e se narraram este ocorrido é porque verdadeiramente houve o acontecimento.
Outro fato histórico é o fato de que foram as mulheres as primeiras a encontrarem o tumulo vazio. O testemunho das mulheres naquela época era sem crédito. O historiador Flávio Josefo afirma que o testemunho de uma mulher deveria ter que ser admitido em tribunal por causa da leviandade e impetuosidade do sexo. Pelo fato dos judeus darem esse crédito ás mulheres e registrarem este acontecimento, mesmo que sendo constrangedor para eles é porque realmente as mulheres foram as primeiras a encontrarem o túmulo vázio.
Podemos ver ainda a comprovação da ressurreição de Jesus pelo fato de vários grupos e em vários cantos testemunharem o aparecimento de Jesus ressuscitado. Paulo forneceu uma lista destas pessoas em (1Co 15: 1-8): “Faço-vos conhecer, irmãos, o Evangelho que vos preguei, o mesmo que vós recebestes e no qual permaneceis firmes. Por ele também sereis salvos, se o conservardes tal como vô-lo preguei… a menos que não tenha fundamento a vossa fé.
Transmiti-vos, antes de tudo, aquilo que eu mesmo recebi, a saber, que Cristo morreu por nossos pecados, conforme as Escrituras, e que foi sepultado e que ressuscitou ao terceiro dia conforme as Escrituras e que apareceu a Cefas, depois aos doze.
Posteriormente, apareceu de uma vez a mais de quinhentos irmãos, dos quais a maior parte vive até hoje, alguns, porém, já morreram. Depois apareceu a Tiago e, em seguida, a todos os Apóstolos. Por fim, depois de todos, apareceu também a mim, como a um abortivo”.
Paulo afirmou que muitos ainda estão vivos. Paulo está dizendo, com efeito: são testemunhas que podem ser questionadas. Elas ainda estavam por lá e poderiam falar sobre o que tinham visto. ” Todos os fatos poderiam ser facilmente comprovados, não era mentira, a verdade estava  acessível a todos. Uma testemunha que faz toda a diferença é Tiago, o irmão de Jesus, porque a Bíblia mostra que nenhum dos irmãos de Jesus creram nele, não creram que Ele era profeta. Veja o que diz o texto de (João 7:1-5): “E depois disto Jesus andava pela Galiléia, e já não queria andar pela Judéia, pois os judeus procuravam matá-lo. E estava próxima a festa dos judeus, a dos tabernáculos. Disseram-lhe, pois, seus irmãos: Sai daqui, e vai para a Judéia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes. Porque não há ninguém que procure ser conhecido que faça coisa alguma em oculto. Se fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo. Porque nem mesmo seus irmãos criam nele.” Portanto, nem Tiago nem seus irmãos creram em Jesus. De repente, Tiago emerge como um dos líderes da Igreja de Jerusalém e foi martirizado em 60 dc. O que poderia ter causado essa mudança em Tiago? Que o fez deixar de ser um incrédulo para morrer pela causa de seu irmão mais velho?  Depois foi visto por Tiago, depois por todos os apóstolos. ” (1 Co 15:7). Somente esse fator do encontro de Tiago com Jesus ressuscitado pode ter mudado radicalmente sua fé e vida. Não só Tiago, mas seus outros irmãos passaram também a crer em Jesus após sua morte e ressurreição. Todos estes perseveravam unanimemente em oração e súplicas, com as mulheres, e Maria mãe de Jesus, e com seus irmãos”. (Atos 1:14).
Outro fator histórico que comprova a ressureição de Jesus é o fato dos discípulos que haviam se escondido covardemente adotarem uma nova postura após o encontro com Jesus ressuscitado que é narrado por Lucas em (Lc 24:36-37). Eles agora propagam com destemor a mensagem da ressureição, colocam suas vidas em risco em favor desta mensagem. Na primeira mensagem de Pedro ele narra o ocorrido: “A este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, prendestes, crucificastes e matastes pelas mãos de injustos; ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela.” (Atos 2:23,24). Lembrando que o túmulo cedido por José de Arimatea estava em Jerusalém e por esse motivo os discípulos jamais poderiam ter anunciado a sua ressurreição em Jerusalém se o túmulo não estivesse vazio. 
No Capítulo 4 do livro de Atos continuamos vendo a intrepidez dos discípulos que continuaram pregando a mensagem da ressurreição, mesmo em meios aos acusadores fariseus : “Seja conhecido de vós todos, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, em nome desse é que este está são diante de vós. (Atos 4:10). Também diante do Sinédrio não negaram a Jesus: “Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido.” (At 4:20) entre muitos outros textos. Somente algo de extraordinário como a ressurreição de Jesus poderia ter mudado a vida destes homens que anteriormente estavam acuados e agora andavam totalmente destemidos propagando a mensagem da ressurreição.
Quer queiram ou não, os que são contrários a ressurreição de Jesus, esses fatos só podem ser explicados pelo olhar da ressurreição, somente algo sobrenatural poderia ter mudado a vida daqueles discípulos e isso se tornou o propósito da primeira comunidade cristã que foi dar testemunho da ressurreição de Jesus Cristo. Eles não foram para uma outra comunidade para anunciar tais fatos. Pelo contrário, ele ficara na própria cidade de Jerusalém onde afirmavam terem acontecido a ressurreição.
E quando eles confrontaram o público, não foi o ensinamento ético de Cristo que eles pregaram primariamente, mas, foi a ressurreição de Cristo e todas as suas gloriosas implicações. O cristianismo tornou-se assim a única religião em que seu líder venceu a morte. Todas as outras religiões seus fundadores permaneceram no túmulo, mas, no Cristianismo o túmulo de Jesus está vazio, trazendo esperança a todos os seus seguidores, pois ele venceu a morte e garante esta vida eterna a todos os que o seguirem.


REFERÊNCIAS

David Gooding, John Lennox. A Definição do Cristianismo. Porto Alegre, 2014.

Hunt, Dave. Quanto tempo nos resta? Porto Alegre, 1996


http://www.raciociniocristao.com.br/2016/05/ressurreicao-de-jesus-fato-ou-mito/