Pastor Flávio Neres
A
igreja brasileira vem sofrendo muito ultimamente pelos diversos ramos
doutrinários que tem se estabelecidos no seu interior.
Mas,
hoje ha três caminhos que se tornaram mais evidentes, três caminhos que
praticamente teremos que escolher na atual conjuntura religiosa.
O primeiro caminho que você pode optar é o neopentecostalismo ou em alguns lugares conhecido como carismáticos, suas principais doutrinas são: confissão positiva, a batalha espiritual, maldições hereditárias e a chamada “teologia da prosperidade” que ensina que o crente tem que ser bem-sucedido, ter saúde física plena, emocional e espiritual, além de busca incessante pela prosperidade material, e caso não alcance a resposta é a falta de fé ou pecado.
O primeiro caminho que você pode optar é o neopentecostalismo ou em alguns lugares conhecido como carismáticos, suas principais doutrinas são: confissão positiva, a batalha espiritual, maldições hereditárias e a chamada “teologia da prosperidade” que ensina que o crente tem que ser bem-sucedido, ter saúde física plena, emocional e espiritual, além de busca incessante pela prosperidade material, e caso não alcance a resposta é a falta de fé ou pecado.
A
maioria de suas doutrinas não tem fundamentação bíblica.
As
chamadas campanhas (PROPÓSITOS DE ORAÇÃO) são constantes, onde o sinal de fé é a
oferta financeira, quanto maior a oferta maior é a fé, neste sistema é necessário a cada dia mais criatividade
para que novas campanhas sejam criadas com o intuito do fiel entregar seu "sacrifício".
Por
último, contrário ao que Paulo instrui no livro de Gálatas este movimento tem
introduzido a judaização nas igrejas.
Outro caminho é o caminho dos “desingrejados”.
É comum encontrarmos pessoas que estão decepcionadas com Deus e com igreja (no caso instituição), estes que se dizem decepcionados com a Igreja e por isso deixam de frequenta-la, dizem que podem servir a Deus em casa sem precisar congregar, E não faltam acusações, que de alguma forma tente justificar o fenômeno: igreja ( instituição ) é lugar de hipócrita, o sistema é humano, o sistema é desumano, não existe amor entre os irmãos, os pastores são corruptos, e a lista não para. Uma coisa que percebo é que no Brasil tudo que cheira a algo libertário, religiosamente revolucionador, que caminha contra a boa tradição bíblica-histórica é sempre bem vindo.
Outro caminho é o caminho dos “desingrejados”.
É comum encontrarmos pessoas que estão decepcionadas com Deus e com igreja (no caso instituição), estes que se dizem decepcionados com a Igreja e por isso deixam de frequenta-la, dizem que podem servir a Deus em casa sem precisar congregar, E não faltam acusações, que de alguma forma tente justificar o fenômeno: igreja ( instituição ) é lugar de hipócrita, o sistema é humano, o sistema é desumano, não existe amor entre os irmãos, os pastores são corruptos, e a lista não para. Uma coisa que percebo é que no Brasil tudo que cheira a algo libertário, religiosamente revolucionador, que caminha contra a boa tradição bíblica-histórica é sempre bem vindo.
Muitos saem por decepções com políticas eclesiásticas, perseguição, adoração a Mamom, ditadura, opressão e intolerância que de fato machuca e muitos por não saberem lidar emocional e espiritualmente passam a entender que saindo da igreja (instituição ) o problema será resolvido.
E não
podemos negar a grande influencia do ex pastor presbiteriano Caio Fabio a este
movimento.
O outro caminho que podemos seguir é o caminho do evangelho simples, A fé em Jesus é a coisa mais simples e doce que você pode imaginar, pois Ele afirma no evangelho, que já está tudo feito e consumado através da Sua morte e ressurreição, e que todos aqueles que creem, já estão reconciliados com Ele, sem a necessidade de banhos de “sais proféticos” ou outros modismos. Ensina o valor da comunhão entre irmão, do memorial da Santa Ceia do compartilhar a palavra em comunidade.
O outro caminho que podemos seguir é o caminho do evangelho simples, A fé em Jesus é a coisa mais simples e doce que você pode imaginar, pois Ele afirma no evangelho, que já está tudo feito e consumado através da Sua morte e ressurreição, e que todos aqueles que creem, já estão reconciliados com Ele, sem a necessidade de banhos de “sais proféticos” ou outros modismos. Ensina o valor da comunhão entre irmão, do memorial da Santa Ceia do compartilhar a palavra em comunidade.
Estão
complicando algo tão simples e puro como o Evangelho. É só deixar Cristo viver
em nós e vivermos com Ele, mas aí o ser humano tem que inventar muita coisa,
porque para alguns o que Cristo falou foi simples demais e ultrapassado.
O evangelho é só viver com Cristo e deixar Ele viver em nós, simples, é amar,
perdoar, pregar, adorar e sem precisar inventar.
O evangelho é só viver com Cristo e deixar Ele viver em nós, simples, é amar,
perdoar, pregar, adorar e sem precisar inventar.
Muitos
lideres em vez de levarem as pessoas ao exercício de uma fé simples e
descomplicada em Deus, complicam tudo ao remetê-las a uma caminhada de luta
baseada em esforço pessoal, que para nada aproveita.
Bem
disse o sábio Salomão: “Tudo o que eu aprendi se resume nisto: Deus nos fez
simples e direitos, mas nós complicamos tudo” (Ec 7.29). O evangelho
simples de Jesus ele não oprime, ao contrário dá liberdade; não aterroriza, lança fora o
medo; não agoniza, traz descanso; não condena, traz perdão.
O Evangelho de Jesus não esmaga, alivia fardos; não manipula, respeita; não controla, traz consciência; não promove o ódio, ama; não separa Deus dos homens, os reconcilia; não promove a disputa, nem a contenda, traz a paz.
O Evangelho não vive em busca de erros, não usa as pessoas, vê o valor delas; não é um meio para se alcançar um fim, não é propriedade de ninguém, é de todos e é para todos.
Vendo assim fica fácil de entender qual o melhor caminho a seguir, embora seja visto como simplório na inversão de valores que vemos hoje é o caminho mais seguro para quem quer ter um relacionamento real com Deus.
O Evangelho de Jesus não esmaga, alivia fardos; não manipula, respeita; não controla, traz consciência; não promove o ódio, ama; não separa Deus dos homens, os reconcilia; não promove a disputa, nem a contenda, traz a paz.
O Evangelho não vive em busca de erros, não usa as pessoas, vê o valor delas; não é um meio para se alcançar um fim, não é propriedade de ninguém, é de todos e é para todos.
Vendo assim fica fácil de entender qual o melhor caminho a seguir, embora seja visto como simplório na inversão de valores que vemos hoje é o caminho mais seguro para quem quer ter um relacionamento real com Deus.

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